A cultura capitalista criou uma divisão em duas categorias de pessoas: As que gerenciam e mandam e as que produzem.
É uma divisão cômoda, afinal o trabalho de planejar e mandar, supostamente exige alto grau de estudo acadêmico, coisas que os mais pobres dificilmente tem acesso. Por conta disso, quando há uma relação entre classes é fácil que uma delas se imponha pra cima da outra se baseando no seu poder economico ou político.
Mas o que acontece quando só tem rico no esquema? pessoas com a esperteza suficiente para não serem mandados por qualquer um. Que merda sai dessa briga?
Na Fómula 1, provavelmente o esporte mais burguês, está acontecendo exatamente isso. Para os mais desenformados ou que estão pouco se lixando para esse esporte e as brigas dos ricos, segue uma notícia para contextualizar com o resto desse artigo: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Formula_1/0,,MUL1199869-15011,00-SEM+ACORDO+COM+A+FIA+EQUIPES+ROMPEM+COM+A+F+E+LANCAM+CATEGORIA+PARALELA.html
Pois bem, antes de continuar é preciso entender como a organização da fórmula 1 se deu históricamente.
Como todo início, tudo era bastante simples: Alguns construtores de carros (nenhum deles era uma grande potencia já que estamos falando da primeira metade do século passado). Um grupo de pessoas (geralmente por gostarem de carros e do esporte e não por dinheiro) organizavam corridas, as que se tornaram mais tradicionais e distribuiam alguma grana pros vencedores passaram a ser chamadas de Grande Prêmio (GP).
Devido ao crescimento do interesse pelos eventos, os construtores se reuniram e organizaram as primeiras temporadas, ou seja, campeonatos de um ano entre equipes que podiam rodar a europa tirando rachas.
Portanto, o campeonato é essencialmente das equipes! Em um determinado momento passaram a contratar algum promotor (ou empresa promotora de eventos) para organizar o campeonato já que eles tinham mais é que cuidar dos carros. Porém, o campeo
nato continuava ser das equipes com seus respectivos carros e pilotos.
É uma divisão cômoda, afinal o trabalho de planejar e mandar, supostamente exige alto grau de estudo acadêmico, coisas que os mais pobres dificilmente tem acesso. Por conta disso, quando há uma relação entre classes é fácil que uma delas se imponha pra cima da outra se baseando no seu poder economico ou político.
Mas o que acontece quando só tem rico no esquema? pessoas com a esperteza suficiente para não serem mandados por qualquer um. Que merda sai dessa briga?
Na Fómula 1, provavelmente o esporte mais burguês, está acontecendo exatamente isso. Para os mais desenformados ou que estão pouco se lixando para esse esporte e as brigas dos ricos, segue uma notícia para contextualizar com o resto desse artigo: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Formula_1/0,,MUL1199869-15011,00-SEM+ACORDO+COM+A+FIA+EQUIPES+ROMPEM+COM+A+F+E+LANCAM+CATEGORIA+PARALELA.html
Pois bem, antes de continuar é preciso entender como a organização da fórmula 1 se deu históricamente.
Como todo início, tudo era bastante simples: Alguns construtores de carros (nenhum deles era uma grande potencia já que estamos falando da primeira metade do século passado). Um grupo de pessoas (geralmente por gostarem de carros e do esporte e não por dinheiro) organizavam corridas, as que se tornaram mais tradicionais e distribuiam alguma grana pros vencedores passaram a ser chamadas de Grande Prêmio (GP).
Devido ao crescimento do interesse pelos eventos, os construtores se reuniram e organizaram as primeiras temporadas, ou seja, campeonatos de um ano entre equipes que podiam rodar a europa tirando rachas.
Portanto, o campeonato é essencialmente das equipes! Em um determinado momento passaram a contratar algum promotor (ou empresa promotora de eventos) para organizar o campeonato já que eles tinham mais é que cuidar dos carros. Porém, o campeo
nato continuava ser das equipes com seus respectivos carros e pilotos. A Federação Internacional de Automobilismo é, nada mais, do que uma associação desses construtores de carros que disputam corridas internacionais. Seu presidente, Max Mosley, deveria se portar como representante dessas equipes e não como dono da categoria.
Onde eu quero chegar com isso?
O que aconteceu na F1 é o que acontece também em outras situações: Existe a mafia das feiras, dos taxistas, dos perueiros, das associações de fretamento de ônibus etc.
A principio toda organização deveria ser dos produtores, no caso, os feirantes, os taxistas, os usuarios dos onibus, etc. Mas, num determinado momento alguem se apodera da organização e simplesmente vira dono e todos os demias viram seus clientes ou empregados.
Sendo assim, pouco importa se as equipes rebeldes da Fórmula 1 estão com a razão em relação a seus interesses em não limitar o investimento financeiro no desenvolvimento dos seus carros. Se eles querem torrar o dinheiro deles que façam, o problema é deles.
Porém, se só existem corridas porque eles tem os carros, os pilotos etc, então o evento é deles.
Bom seria se todos os explorados por usurpadores espertalhões fizessem o mesmo.
Onde eu quero chegar com isso?
O que aconteceu na F1 é o que acontece também em outras situações: Existe a mafia das feiras, dos taxistas, dos perueiros, das associações de fretamento de ônibus etc.
A principio toda organização deveria ser dos produtores, no caso, os feirantes, os taxistas, os usuarios dos onibus, etc. Mas, num determinado momento alguem se apodera da organização e simplesmente vira dono e todos os demias viram seus clientes ou empregados.
Sendo assim, pouco importa se as equipes rebeldes da Fórmula 1 estão com a razão em relação a seus interesses em não limitar o investimento financeiro no desenvolvimento dos seus carros. Se eles querem torrar o dinheiro deles que façam, o problema é deles.
Porém, se só existem corridas porque eles tem os carros, os pilotos etc, então o evento é deles.
Bom seria se todos os explorados por usurpadores espertalhões fizessem o mesmo.
Um comentário:
Amigo,JUVENTUDE LIBERTÁRIA,obrigado pela visita,volte sempre!
amigo,em relação no que você disse...
Quando fiz esse artigo,quis apenas ser realista,fiz uma critica construtiva,pois hoje o movimento estudantil estar muito politizado.
Eu sinceramente respeito muito os partidos,suas lutas.Mas há partidos que são liderados por politicos coruptos,e aproveitam a falta de condições para tentar manipular os militantes do movimento,assim descentralizando o foco do mesmo.
Até acredito que o movimento estudantil pode ganhar forças ao trabalhar com algum partido,mas não podem misturar seus interesses.
Aqui,não questiono ás pautas estudantís,nem sua função,nem estou com preconceito com nenhum partido,apenas sendo realista, e pedindo opiniões sobre o assunto.
ah!Esse post,não foi apenas um senso comum dos mais pobres,pois isso não é mero assunto que a gente aprende em nosso dia a dia,é sim um assunto polêmico que em variadas bases estudantís é estudado profundamente.
Obrigado pelas suas palavras,elas até me fizeram refletir...
"São os pobres que tem as ideologias mais ricas".
MARCOS LEITE.
marcosfariasleite@hotmail.com
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